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EDITORIAL

- 20-04-2017 - 14h26min
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Sem dúvida alguma, um dos grandes problemas verificados quanto ao aumento da criminalidade, especialmente nas cidades interioranas, é o efetivo policial que se encontra em declínio constante. A falta de policiamento acaba abrindo portas para o crescimento do crime organizado e do tráfico de drogas.

É sabido que o surto de insegurança que estamos vivendo é um problema de alta complexidade, pois engloba uma série de itens como a grave crise financeira que atravessamos, o fechamento de vagas na indústria e no comércio e o consequente desajuste da educação familiar. Ainda, completando a lista dos problemas que afetam a segurança no País, está a falta de vagas e de estrutura dos presídios brasileiros, impedindo que seja realizado um trabalho de ressocialização e, dessa forma, mais se mostra uma escola de crime do que casas de correção.

Em meio a essa crise na segurança, o que também impede a melhora é a ineficiência da lei destinada ao menor infrator, a Lei da Criança e do Adolescente. Essa, embora bem elaborada, apresenta total ausência de condições para o cumprimento efetivo de sua finalidade. Infelizmente, as medidas socioeducativas dessa lei corroboram com a facilidade encontrada pelos chefes do crime, que utilizam esses jovens para praticar atos que infringem a lei, utilizando-os para atravessar as fronteiras para contrabandear armas, munições e drogas.

Toda essa violência e insegurança instaladas no País também se encontra no Município. Até pouco tempo, em Rio Grande, por exemplo, o número do efetivo policial para o controle de todo o território era menor do que o efetivo de segurança do complexo universitário aqui sediado.

Certamente que não será somente o aumento de policiais civis e militares e de mais duas ou três viaturas que trará solução à segurança da população. No entanto, com certeza, a presença, especialmente, de policiais fardados poderá inibir a ação de marginais que, hoje, são praticamente os donos das ruas. Além disso, tem que haver mudança nas regras para menores e adolescentes, pois essa lei desestimula o trabalho da segurança pública que os detém, recolhendo armas e munições, mas os policiais sabem que, antes mesmo da elaboração do registro policial, os menores voltarão às ruas para dar continuidade às atividades criminais.


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