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- 14-04-2017 - 11h43min
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Centro de Eventos segue sem previsão de reabertura

Em fevereiro deste ano, a Superintendência do Patrimônio da União no Rio Grande do Sul (SPU-RS) realizou a cedência do espaço por mais 20 anos
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Espaço encontra-se fechado desde 2103 sem previsão de reabertura

  • Espaço encontra-se fechado desde 2103 sem previsão de reabertura Vice-prefeito explica que ainda não há definição do que será feito naquele espaço

Arquivo/JA

Centro de Eventos segue sem previsão de reabertura

Espaço encontra-se fechado desde 2103 sem previsão de reabertura

ALINE RODRIGUES

aline@jornalagora.com.br

Desde agosto de 2013, o Centro Municipal de Eventos está fechado e sem previsão de reabertura. À época, o espaço foi interditado pelo Corpo de Bombeiros por não possuir Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI). A partir daí, o Executivo Municipal iniciou algumas manutenções no espaço em busca do PPCI e ainda um estudo sobre toda a área. No entanto, havia uma perspectiva de que aquele espaço, de mais de 90 mil metros quadrados, fosse doado ao Município. O Executivo Municipal chegou a anunciar, ainda em 2014, que a União já havia confirmado a doação, porém, em fevereiro deste ano, a Superintendência do Patrimônio da União no Rio Grande do Sul (SPU-RS) renovou o contrato de cessão de uso gratuito da área, com um prazo de 20 anos, não confirmando, até o momento, o repasse do antigo recinto da Rede Ferroviária ao Município.

Conforme o vice-prefeito, Paulo Renato Mattos Gomes, desde que teve início a nova gestão, no começo deste ano, o prefeito do Município, Alexandre Lindenmeyer, o incumbiu de cuidar daquele espaço. "Foi criado um grupo de trabalho, no qual sou o coordenador. O grupo é composto pelas secretarias de Habitação, da Cultura, de Planejamento e pelo GGI. Começamos a fazer um levantamento de dados e de documentação", explica. Ele disse que existem no Município 70 bens não operacionais de propriedade da União e que alguns ficam localizados no entorno de Centro Municipal de Eventos. 

ETAPAS

O vice-prefeito salienta que, no momento, o grupo está trabalhando na parte de estudo técnico sobre o local e que ainda não há uma previsão do que será feito naquele espaço. "Há um interesse de promover ali um espaço cultural. Hoje o Município não tem recursos para fazer a revitalização, mas existem leis que podem auxiliar na criação de uma unidade cultural", ressalta. Gomes salienta que o prédio do Centro de Eventos já é tombado desde 2012. "Estou levantando todo o histórico documental. Vou me reunir com as secretarias para ver qual o destino. Não temos recursos para revitalizar e recuperar aquela área nobre localizada no coração da cidade. Ainda preciso verificar ‘in loco’ como se encontra o espaço hoje, porque ainda estamos na parte documental", aponta.

Gomes conta que já está em posse do trabalho feito pelo ex-vice, Eduardo Lawson, o qual já havia realizado um levantamento sobre a utilização da área. "Estamos encaminhando tudo. Só precisamos ver qual é o estado que está a parte interna. Ainda devemos abrigar lá o Restaurante Popular. Depois que fizermos o levantamento documental, vamos verificar sobre quais áreas que podemos discutir e que podemos dar destino", pondera. Ele lembra que havia um projeto antigo de abrigar naquele espaço um centro administrativo do Executivo. "Pelas dificuldades, não se tem recursos para se retomar esse projeto. Tivemos esse ano 10% de retração no orçamento, isso fica em torno de R$ 75 milhões", avaliou.

O vice-prefeito reforçou que a ideia inicial é criar ali a unidade de cultura através de mecanismos legais, os quais sejam possíveis a captação de recursos. Sobre um outro antigo projeto de abrigar no entorno do Centro de Eventos entidades e associações sem fins lucrativos, o vice-prefeito pontuou que, por enquanto, não há essa intenção. Questionado se as entidades que se encontram no entorno do Centro de Eventos terão que sair, o vice-prefeito observa que ainda não tem essa informação. "Temos que saber quem está lá e há quanto tempo e ainda se existe algum documento sobre a cessão, cedência ou locação do espaço", informa. 

Por fim, Paulo Renato Mattos Gomes diz que a intenção é devolver o espaço para que a comunidade rio-grandina possa utilizá-lo da melhor forma possível. "Esperamos poder devolver o Centro de Eventos para que a comunidade volte a se apropriar daquele espaço. Aquele é um patrimônio importante que resgata toda uma história do Município", finaliza.   


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