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PRAÇA TAMANDARÉ

- 20-03-2017 - 10h16min
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Falta de recursos deixa obras de revitalização em segundo plano

População reclama principalmente da insegurança e do estado deplorável do minizoo
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Foto: Anete Poll

Uma das pontes está com o assoalho em péssimo estado, já com as tábuas podres

  • Uma das pontes está com o assoalho em péssimo estado, já com as tábuas podres Sem-tetos estão utilizando os bambuzais para dormir Bancos, alguns com praticamente 50 anos, estão em péssimo estado de conservação

Foto: Anete Poll

Falta de recursos deixa obras de revitalização em segundo plano

Uma das pontes está com o assoalho em péssimo estado, já com as tábuas podres

ANETE POLL

anete@jornalagora.com.br

A maior praça do interior do Rio Grande do Sul, a Tamandaré (com 316 metros de comprimento por 140 metros de largura, num total de 44.124 m²), está passando por um processo de revitalização que iniciou no ano passado. Mas, devido à crise, a administração teve que elencar prioridades, e a Praça Tamandaré não está entre elas, perdendo principalmente para as áreas da saúde e da educação. E o que se vê são calçadas e bancos quebrados, lago sujo, ocupação por parte de sem-tetos (a maior parte usuários de drogas) e, o que a população mais critica, a falta de segurança e as condições em que vivem os animais, no minizoo.

Para fazer esta matéria, alcançando o maior número possível de opiniões e sugestões, o Jornal Agora utilizou as redes sociais. E foram vários os comentários de retorno. Para Max Servi, o que falta é a comunidade tomar posse da praça. “Ela é invisível para dezenas de milhares de pessoas que por ela transitam diariamente. Perguntemos às pessoas o que existe ali e dirão patos e macacos”.

À MERCÊ DE LADRÕES

Lú Gonçalves é de opinião que a iluminação é péssima, deixando o lugar à mercê dos ladrões. “As famílias não podem mais estar num momento de lazer e tranquilidade. Sem falar no chão todo esburacado que dificulta e muito o trajeto dos idosos e cadeirantes. Precisa urgente de segurança, reforma e muita limpeza”. Renata Negalho acredita que o local precisa de limpeza, segurança e retirada dos animais que não são cuidados de forma adequada. "É um cartão-postal, mas que não conseguimos desfrutar”, afirma.

Carlos Miranda apontou: “tem assalto a toda hora. Os marginais vivem dentro da praça e não temos mais o prazer de passar uma tarde descansado, brincando com as crianças. Sem contar que a Guarda Municipal sumiu”. Augusto Ferreira criticou que foi gasto muito dinheiro, em obras para que fosse colocada uma tela em volta de todo o lago. "A obra não foi concluída e o lago continua uma sujeira só. Os banheiros são uma vergonha, segundo declarações de motoristas que os usam diariamente. A praça também serve à ação de marginais. O posto da Guarda Municipal, que funcionava junto ao monumento de Bento Gonçalves da Silva, foi desativado e a praça esta entregue aos marginais”.

Muita gente também sugeriu que a Praça fosse utilizada, exatamente por seu tamanho e localização, para eventos musicais e culturais. Augusto Ferreira sinalizou que é o local ideal para apresentações artísticas, que poderiam ser feitas nos finais de semana. “Isso levaria a população a tomar conta de novo da praça. Para isso, não precisa muito, só limpeza e segurança”. André Bragagnolo sugere uma cafeteria com restaurante no meio da praça, perto do Monumento a Bento Gonçalves, pois ali já existem instalações ociosas e sempre fechadas que serviriam muito bem ao propósito”.

Lili Pinto é da mesma opinião. E vai além, dizendo que o coreto deveria ser usado semanalmente, através de uma parceria com academias de dança e teatro. Também poderia ser utilizado como um espaço para a divulgação do tradicionalismo e para o hip hop, que faz apologia à paz e à vida saudável.

Um outro ponto, e que já foi discutido em várias matérias divulgadas no Jornal Agora, é quanto ao minizoo. E todas, sem exceção, são contra o espaço que continua lá. Jamie Howlett é favorável à remoção dos macacos para um local com melhores condições. “Como alguém pode se divertir ou ter um momento agradável num local que serve de prisão para animais que deveriam estar vivendo na natureza?”, indaga.

Outra internauta, Helena Missiunas, alerta para o fato de que os animais não possuem abrigos adequados. “A minha sugestão é construir um belo jardim no lugar do "minizoo", com bancos e quiosques que sejam usados para barzinhos, cafeterias e sorveteria”.

Lais Crizelk diz que falta um meio adequado de manejo dos animais. “Falta uma destinação correta para a revitalização desses espaços, transformando-os em áreas de lazer, seguras, arejadas, iluminadas e realmente úteis para toda a população. Essa cultura de observar animais em cativeiro e em sofrimento, diga-se de passagem, já está por demais ultrapassada. Áreas de lazer com bancos, palco para apresentações, quiosque e até um chimarródromo, seriam muito mais úteis e adequadas ao Centro da cidade”, salientou Lais.

Roger Villar Vaz frisou que na Praça Tamandaré existem muitas obstruções, que servem de esconderijo para bandidos e até prostituição. “Que seja feito um planejamento a fim de deixá-la mais parecida com antigamente, quando, da rua General Neto, podíamos ver o prédio da Beneficência Portuguesa e até alguns prédios localizados na rua 24 de Maio”. 

Mas, nada disso terá uma solução tão breve quanto se espera, segundo o secretário de Obras e Serviços Urbanos, Dirceu Lopes, em função da crise que abalou o Município. “Preparamos um projeto, mas tivemos que fazer opções. Tudo vai ser recuperado, só que estas obras irão obedecer a um calendário mais lento, dentro da nossa capacidade de desembolso”, apontou o secretário. 

 

 


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