Jornal Agora | Sindicatos promovem ato público contra a reforma d ...
 
fechar
fechar

Seu voto foi registrado. Agradecemos sua participação.

Seu voto já foi computado nas últimas 24 horas.

Resultado parcial

Atenção: o resultado desta enquete não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de
                 leitores do Agora Online.
Redes sociais
voltar

- 13-03-2017 - 21h28min
fechar
enviar Máximo 500 caracteres
* Ao enviar qualquer comentário, o usuário declara-se ciente e aceita integralmente o termo de uso
fechar

Comunicar erro

Se você encontrou alguma informação que esteja errada, utilize este espaço para reportar erros.

enviar Máximo 500 caracteres
fechar

Envie esta notícia para um amigo

» Adicionar mais um destinatário

enviar Máximo 500 caracteres

Sindicatos promovem ato público contra a reforma da previdência

fechar

Galeria de vídeo

fechar

Galeria de áudios

TATIANE FERNANDES

tati@jornalagora.com.br

Está previsto para amanhã (15), às 15h, na Praça Dr. Pio, um ato unificado contra a reforma da previdência. Para o ato, já confirmaram presença o Sinterg, Cpers, AptaFurg, AproFurg, Sindicato da Alimentação e Sindicato dos Portuários. Também estará representada a Frente Brasil Popular. O chamado “Dia de Luta” será no primeiro dia de greve da educação, deliberada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e apoiada por professores estaduais e municipais em assembleias.

A CNTE é contra a reforma da previdência, proposta pela PEC 287/2016, pois acredita que ela castigará a classe trabalhadora e os mais pobres do País, especificamente as mulheres educadoras, patrocinando o desmonte da previdência pública e promovendo os fundos privados.

De acordo com a CNTE, a medida pretende acabar com a aposentadoria especial do magistério tanto para os novos concursados quanto para professores mais antigos. Segundo a informação, com a reforma, quase 70% da categoria dos profissionais do magistério, em efetivo trabalho na docência, deixará de ter direito à aposentadoria especial, sendo 66,48% de professoras (1.164.254) e 82,09% de professores (357.871) que se encontram abaixo da linha de corte. 

REFORMA

A reforma aumenta a idade mínima para aposentadoria, que será de 65 anos para homens e mulheres, além da exigência de 49 anos de contribuição para ambos os sexos. Pelas regras ainda em vigor, a aposentadoria pode ser feita apenas pelo tempo de contribuição: 30 anos para mulheres e 35 para homens. Se for por idade, exigem-se 60 anos para mulheres e 65 para homens, com no mínimo 15 anos de contribuição.

A partir da reforma, será utilizada a média de todos os salários e não apenas dos 80% mais altos. Caso cumpra todas as exigências, o aposentado terá direito a apenas 76% do valor integral da aposentadoria. Cada ano a mais trabalhado dá direito a 1% de aumento no valor. Para chegar aos 100%, o trabalhador deverá trabalhar 24 anos a mais. E não haverá mais a possibilidade de acúmulo de aposentadorias ou de aposentadoria com pensão deixada pelo cônjuge. 

Ainda, conforme a PEC, os 65 anos não são fixos. A partir da aprovação da reforma, sempre que a expectativa de vida subir, sobe igualmente a idade mínima para a aposentadoria.


comente Comentários(5)

Participe


Sua opinião Agora

Você acha que os mandatos dos vereadores Batatinha e João da Barra devem ser cassados?

resultado votar
Veja mais

Plantão



Comparte Jornal Agora - Todos os direitos reservados