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- 16-02-2017 - 22h54min
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Parada de ônibus gera desconforto entre Asylo e Executivo Municipal

Obra em muro da Entidade estaria embargada desde o princípio, mas a colocação de um ponto de ônibus em frente ao portão recém-construído gerou uma enome polêmica
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Foto: Fabio Dutra/JA

Ponto de ônibus vem gerado polêmica na cidade

Foto: Fabio Dutra/JA

Parada de ônibus gera desconforto entre Asylo e Executivo Municipal

Ponto de ônibus vem gerado polêmica na cidade

ESTHER LOURO

esther@jornalagora.com.br

Uma nova parada de ônibus fixada em frente à recém-construída saída de veículos do Asylo do Rio Grande, na rua Senador Corrêa, vem causando polêmica na comunidade. Afinal, por que a colocação da parada bem na saída e por que o embargo da obra se os próprios caminhões da Prefeitura quebraram o muro antigo?

EXECUTIVO

Segundo o chefe de gabinete do prefeito, Alexandre Protásio, a obra não foi embargada após a polêmica, e sim bem no início. Sobre os próprios caminhões da prefeitura atuarem no desmanche do muro, Protásio explica que não houve uma autorização formal para esse trabalho.

"Nós não sabemos como isso aconteceu, acreditamos que tenha sido algo meramente informal e foi por isso que abrimos uma sindicância para averiguar o que realmente aconteceu”, disse.

Protásio disse, também, que a Prefeitura apoia o Asylo e que este momento não deve ser usado para criar discussões desnecessárias, e sim deve ser utilizado para avaliar a obra e garantir a segurança de quem caminha ou trafega pela rua Senador Correa.

"Temos que analisar se é realmente por aí, o que isso vai impactar, pensando na segurança, tanto dos veículos que passam pelo local e do transporte coletivo, assim como na segurança dos trabalhadores e dos idosos […] aquela rua tem um tráfego muito intenso, a João Alfredo é muito mais tranquila e acredito que atenderia melhor às expectativas do Asylo e garantiria a segurança de todos”, concluiu.

DIREÇÃO DO ASYLO

A presidente do Asylo do Rio Grande, Simone Romanelli, já entrou com uma solicitação no Ministério Público para a retirada definitiva da nova parada de ônibus – a terceira na mesma quadra.

“Ela barra a frente do novo estabelecimento comercial que está sendo feito, justamente, pode pagar as contas da Instituição e deixar a mesma autosustentável”. Segundo Simone, o novo local irá gerar renda para o Asylo, empregos e mais iluminação, o que dará mais tranquilidade para quem utiliza as outras duas paradas de ônibus da quadra. 

A presidente conta que não entende o porque da colocação da parada. “Depois da própria Prefeitura tirar o muro, eles mesmos embargaram a colocação das colunas. Disseram que agora era necessário o ART de engenheiro […] paguei as taxas e ele [engenheiro] deu entrada na Secretaria para não ficarmos irregulares. Achando que tudo estava resolvido […] prosseguimos as colunas e recebemos inclusive a visita dos arquitetos da Prefeitura […] agora, com a parada no local, resultou que temos um tele entulho preso, pagando diárias e não entra e nem sai material.” 

Concluindo, Simone adiantou: “uma engenheira já entrou em contato com a Secretaria de Coordenação e Planejamento, para regularizar tudo que seja necessário e acabar com esse impasse. Não queremos, de forma alguma, passar por cima de ninguém, nem tão pouco deixar de cumprir as leis, mas pedimos um pouco de sensibilidade, de bom senso.” 


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