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- 10-01-2017 - 20h56min
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2017: o ano em que a China vai correr do futebol

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Foto: Shanghai Shenhua

Tevez, contratado pelo Shanghai Shenhua, é um dos mais valorizados no mundo do futebol

Foto: Shanghai Shenhua

2017: o ano em que a China vai correr do futebol

Tevez, contratado pelo Shanghai Shenhua, é um dos mais valorizados no mundo do futebol

Empresários do país começarão a perceber que investimento em clubes europeus é arriscado e de pouco retorno, avalia conselheiro da McKinsey.

Incentivados pelo presidente Xi Jinping, os milionários chineses mergulharam no futebol, ao longo dos últimos anos, com investimentos não apenas no país, mas também nos clubes europeus. Para se ter uma ideia, o empresário Chen Yansheng colocou, ao longo de um ano, 150 milhões de euros no Espanyol, time do qual adquiriu 55% em novembro de 2015. Mas esse cenário deve mudar neste ano.

Segundo avaliação do Conselheiro Sênior da McKinsey em Xangai, Gordon Orr, os investidores chineses começarão a se arrepender da empreitada em breve. Isso porque não apenas é alta a probabilidade de que as equipes que esses milionários adquiriram não deslanchem – perdendo, portanto, acesso ao topo da divisão de receita dos direitos de TV –, como os torcedores tendem a culpar os novos donos de seus clubes pela campanha ruim, demonstrando sua irritação em jogos e nas redes sociais.

Diz Orr: “Há uma longa tradição, especialmente na Inglaterra, de culpar os proprietários pelo mau desempenho de uma equipe, por não gastar o suficiente de seu próprio dinheiro para comprar os melhores jogadores. Nenhum empresário chinês já enfrentou algo semelhante em casa e provavelmente reagirá ingenuamente quando esses protestos se desenvolverem”.

Alguns empresários vão perceber que, embora possuir uma equipe traga, inicialmente, manchetes e prestígio, esse pode ser um investimento muito volátil e arriscado, provocando uma queda rápida nos preços das fatias adquiridas dos clubes. “Investir em diferentes segmentos esportivos, como fez a gigante chinesa Fosun, com o agenciamento de atletas, é uma ação de menor risco e de retorno mais elevado”, avalia Orr.

No mais, deve partir do próprio governo, que tanto incentivou a movimentação dos empresários chineses no futebol, uma mudança de curso. Isso porque as prioridades de Pequim em 2017 devem ser, em grande parte, domésticas. Neste ano, conclui Orr, os chineses vão começar a correr do futebol.


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